Este website utiliza cookies
Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência, otimizar as funcionalidades do site e obter estatísticas de visita. Saiba mais

O uso da Inteligência Artificial (IA) em pesquisas acadêmicas foi o tema central da 11ª Reunião Técnico-Científica de 2026, realizada no Auditório Luiz Gonzaga, que recebeu o gerente de Tecnologia da Informação do Hemope, Sílvio Caetano de Sá, para uma reflexão atual e necessária sobre os impactos dessa tecnologia na produção científica.
O encontro promoveu reflexões sobre o uso ético e responsável dessas ferramentas. Questões relacionadas à autoria científica, à confiabilidade das informações geradas por IA e à rastreabilidade dos conteúdos despertaram o interesse do público, reforçando a importância do olhar crítico diante das novas tecnologias.
Durante a palestra, Sílvio Caetano enfatizou que, embora a inteligência artificial possa agilizar etapas do processo científico, a responsabilidade pelo trabalho continua sendo do pesquisador. “A IA pode apoiar a pesquisa científica, mas não substitui o pesquisador. A autoria, o pensamento crítico e a responsabilidade pelo conteúdo produzido permanecem sendo humanos. É uma ferramenta, não uma autora”, destacou.
Ao longo da apresentação, também foram abordadas previsões feitas há décadas, registradas desde 1974, que já apontavam para o surgimento da inteligência artificial. Além disso, discutiu-se como ferramentas de busca, como o Google, e grandes volumes de dados contribuíram para o desenvolvimento e aperfeiçoamento dessas tecnologias.
Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência, otimizar as funcionalidades do site e obter estatísticas de visita. Saiba mais